quinta-feira, julho 26, 2007

Cabo Espichel

Silêncio palavra escrita numa toalha de papel na mesa de um restaurante.
Silêncio em que medito de noite a pensar em ti.
Silêncio nas palavras que ouço, palavras sem pensamento, ditas para o momento.
Silêncio no belo que invento. O amor, a ternura, o bem-querer são gestos de silêncio.


Fernanda
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5 comentários:

poetaeusou disse...

*
o silencio
do marulhar do mar
mar penetrado
pelo silencio das falésias
feitas cabo espichel
*
maré de beijos
*

Terra & Sal disse...

Olá Fernanda:
Desculpa, mas antes de aqui entrar quis conhecer-te melhor para saber o que tens dentro de ti, e do teu coração.
Senti as tuas reflexões e os teus pensamentos. Vivi o transporte que lhes fizeste em harmonia para o poema que nos quiseste dar e que agora passou a ser pertença, de quem for capaz de o absorver.
Penso que na vida tudo é simbologia, e a simbologia é também a fantasia que gostamos de viver.
Elas são a essência que alimentam o coração e os sentimentos. É o principal motor do pulsar de uma vida que só o é, na felicidade.
Foi bom aqui estar e tirar para mim, parte da tua reflexão: Moldei-a aos meus olhos,mas saíu da fonte dos teus pensamentos e reflexões.
Gostei de aqui estar.
Beijinhos

maresia_mar disse...

Silêncio é do que estou mesmo a precisar hoje..Bjhs e bom fds, parece que é desta que finalmente vou para a praia

C Valente disse...

Bonito soneto, as palavras podiam estar mas dispersas, (como hei-de explicar) em vez de estar mais cmo prosa dvia se transformar em poema.
Desculpa o comentário, não se se gostas que o façam, eu aprecio um coentario quando é sincero, positivo e que me ajuada s a ser melhor.
Saudações amigas
O silêncio é de ouro
O silêncio tambem mata

De Amor e de Terra disse...

Boa noite!
É a primeira vez que venho até cá e gostei!
Obrigada pela visita.
O seu silêncio é um silêncio pleno de sons e sentimentos, logo, apesar de só, não é solidão...
será somente um silêncio de esperas!
Abraço
Maria Mamede